{"title":"Erratum to “Cogumelos do gênero Psilocybe nas Américas e no Brasil: Sua história com a humanidade, seus diversos usos e sua cosmopolítica”","authors":"","doi":"10.1111/anoc.70040","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"<p>Lino, A. (2026), “Cogumelos do gênero <i>Psilocybe</i> nas Américas e no Brasil.” <i>Anthropology of Consciousness</i>, 37: e70031. https://doi.org/10.1111/anoc.70031.</p><p>Na página 15, seção 2.2.2, o subtítulo “Cerimônia com cogumelos psilocíbicos na sede do MAHKU, guiada por Evelyn Fernandes (Casa Hairá – Mairiporã/SP): comunicação pessoal sobre estas experiências”, <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “Cerimônias episódicas com cogumelos psilocíbicos, com relatos de observação de participante da Casa Hairá (Mairiporã/SP): comunicação pessoal sobre estas experiências”.</p><p>Nas páginas 15 e 16, no primeiro parágrafo da seção 2.2.2, o trecho “A psicóloga Evelyn Fernandes (comunicação pessoal), do espaço Casa Hairá, localizado no município de Mairiporã (interior de São Paulo), desde março de 2025, vem realizando cerimônias com uso de cogumelos do gênero <i>Psilocybe</i>, com a presença de lideranças e juventudes da Aldeia Chico Curumim (da Terra Indígena Kaxinawá), localizada no município de Jordão, estado do Acre. Desde então, outras cerimônias com cogumelos psilocíbicos têm acontecido no próprio espaço da aldeia quanto na sede do MAHKU (Movimento Artístico Huni Kuin), que se localiza também no município de Jordão (AC)” <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “A psicanalista Evelyn Fernandes (comunicação pessoal), participante das atividades do espaço Casa Hairá, localizado no município de Mairiporã (interior de São Paulo), tomou ciência de ocorrências episódicas de cerimônias com uso de cogumelos do gênero <i>Psilocybe</i>, cerimônias estas que contavam com a presença de lideranças e juventudes da Aldeia Chico Curumim (da Terra Indígena Kaxinawá), localizada no município de Jordão—estado do Acre—, e a partir delas, realizou notas observacionais. Segundo suas notas, outras cerimônias com cogumelos psilocíbicos têm acontecido, entre o povo Huni Kuin na sede do MAHKU (Movimento Artístico Huni Kuin), que se localiza também no município de Jordão (AC).”</p><p>Na página 16, no segundo parágrafo, o trecho “Já na primeira experiência de compartilhar cogumelos psilocíbicos aos seus parceiros Huni Kuin, fungos aos quais Evelyn (<i>idem</i>) chama de ‘medicina’, ela notou que alguns indígenas já o conheciam, e que teriam tomado esta ‘medicina’ certa vez na Holanda, onde realizavam cerimônias ayahuasqueiras internacionais para público não-indígena. Portanto, estes itens rituais, desde o início, não teriam sido tratados com estranhamento, e sim com curiosidade e respeito. Nas cerimônias praticadas entre ela e os representantes indígenas, o custeio e o transporte dos fungos ficavam por conta dela, quem se deslocava no intuito de proporcionar estes estudos psilocíbicos a eles” <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “Em tais cerimônias com cogumelos psilocíbicos, aos quais Evelyn (<i>idem</i>) chama de ‘medicina’, ela notou que alguns indígenas já conheciam estes fungos, e que teriam tomado esta ‘medicina’ certa vez na Holanda, onde realizavam cerimônias ayahuasqueiras internacionais para público não-indígena. Portanto, estes itens rituais, desde o início, não eram tratados com estranhamento, e sim com curiosidade e respeito”.</p><p>Na página 16, ainda no segundo parágrafo, o trecho “Os ritos celebrados entre Evelyn (<i>ibidem</i>) e os Huni Kuin participantes […]” <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “De acordo com Evelyn (<i>ibidem</i>), os ritos com cogumelos organizados pelos Huni Kuin […]”.</p><p>Na página 16, no terceiro parágrafo, o trecho “Ela conta que a inserção dos cogumelos teve uma finalidade […]” <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “Ela conta que, conforme explicação deles, a inserção dos cogumelos teve uma finalidade […]”.</p><p>Na página 16, no quarto parágrafo, o trecho “Em todas as cerimônias, que vêm sendo praticadas há mais ou menos oito meses, ela nota uma diferença com relação ao uso da ayahuasca (a qual eles chamam de ‘<i>Nixi pãe</i>’). Segundo ela, essa diferença reside na forma ‘como a força se manifesta’ (comunicação pessoal) […]’”. <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “Em todas as cerimônias, que vêm sendo praticadas e relatadas por Evelyn, há mais ou menos oito meses, ela nota uma diferença com relação ao uso da ayahuasca (a qual eles chamam de ‘<i>Nixi pãe</i>’). Segundo o que lhe relatam (comunicação pessoal), essa diferença reside na forma ‘como a força se manifesta’ […]”.</p><p>Na página 16, no quinto parágrafo, o trecho “Sua intimidade e conexão com representantes Huni Kuin da Aldeia Chico Curumim tem permitido esta grande troca de experiências cerimoniais, algo que, de acordo com Evelyn (<i>idem ibidem</i>), tem sido muito positiva para os participantes indígenas. E ela afirma que: […]” <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “Sua conexão afetuosa com os representantes Huni Kuin da Aldeia Chico Curumim tem permitido esta grande troca de experiências cerimoniais, algo que, de acordo com Evelyn (<i>idem ibidem</i>), tem sido muito positivo para os participantes indígenas. E ela tem notado que: […]”.</p><p>Na página 16, no sétimo parágrafo, o trecho “Geralmente, a cerimônia ocorre ‘em círculo com fogueira no meio, dentro da floresta’. A ‘medicina’ é ingerida com limão – técnica que vem amplamente sendo difundida e amplamente vulgarizada nos espaços da psicodelia virtual, que utilizam dos cogumelos psilocíbicos” <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “Geralmente, a ‘medicina’ é ingerida com limão – técnica que vem amplamente sendo difundida e amplamente vulgarizada nos espaços da psicodelia virtual, que utilizam dos cogumelos psilocíbicos”.</p><p>Na página 16, no oitavo parágrafo, o trecho “Evelyn (<i>idem ibidem</i>) mostrou-se muito entusiasta da ritualização dos cogumelos junto ao povo Huni Kuin […]”. <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “Evelyn (<i>idem ibidem</i>) mostrou-se muito interessada em relatar e buscar compreender a ritualização dos cogumelos realizada por representantes do povo Huni Kuin […]”.</p><p>Na página 27, nota de número 22, o trecho “A ponte e toda a mediação com a Psicóloga Evelyn Fernandes foi propiciada […]” <b>está incorreto</b>. <b>O correto é:</b> “A ponte e toda a mediação com a psicanalista clínica Evelyn Fernandes foi propiciada […]”.</p><p>Sentimos muito pelos equívocos.</p><p>We apologize for this error.</p>","PeriodicalId":42514,"journal":{"name":"ANTHROPOLOGY OF CONSCIOUSNESS","volume":"37 2","pages":""},"PeriodicalIF":0.5000,"publicationDate":"2026-09-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/anoc.70040","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"ANTHROPOLOGY OF CONSCIOUSNESS","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/anoc.70040","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"2026/4/8 0:00:00","PubModel":"Epub","JCR":"Q2","JCRName":"ANTHROPOLOGY","Score":null,"Total":0}
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Abstract
Lino, A. (2026), “Cogumelos do gênero Psilocybe nas Américas e no Brasil.” Anthropology of Consciousness, 37: e70031. https://doi.org/10.1111/anoc.70031.
Na página 15, seção 2.2.2, o subtítulo “Cerimônia com cogumelos psilocíbicos na sede do MAHKU, guiada por Evelyn Fernandes (Casa Hairá – Mairiporã/SP): comunicação pessoal sobre estas experiências”, está incorreto. O correto é: “Cerimônias episódicas com cogumelos psilocíbicos, com relatos de observação de participante da Casa Hairá (Mairiporã/SP): comunicação pessoal sobre estas experiências”.
Nas páginas 15 e 16, no primeiro parágrafo da seção 2.2.2, o trecho “A psicóloga Evelyn Fernandes (comunicação pessoal), do espaço Casa Hairá, localizado no município de Mairiporã (interior de São Paulo), desde março de 2025, vem realizando cerimônias com uso de cogumelos do gênero Psilocybe, com a presença de lideranças e juventudes da Aldeia Chico Curumim (da Terra Indígena Kaxinawá), localizada no município de Jordão, estado do Acre. Desde então, outras cerimônias com cogumelos psilocíbicos têm acontecido no próprio espaço da aldeia quanto na sede do MAHKU (Movimento Artístico Huni Kuin), que se localiza também no município de Jordão (AC)” está incorreto. O correto é: “A psicanalista Evelyn Fernandes (comunicação pessoal), participante das atividades do espaço Casa Hairá, localizado no município de Mairiporã (interior de São Paulo), tomou ciência de ocorrências episódicas de cerimônias com uso de cogumelos do gênero Psilocybe, cerimônias estas que contavam com a presença de lideranças e juventudes da Aldeia Chico Curumim (da Terra Indígena Kaxinawá), localizada no município de Jordão—estado do Acre—, e a partir delas, realizou notas observacionais. Segundo suas notas, outras cerimônias com cogumelos psilocíbicos têm acontecido, entre o povo Huni Kuin na sede do MAHKU (Movimento Artístico Huni Kuin), que se localiza também no município de Jordão (AC).”
Na página 16, no segundo parágrafo, o trecho “Já na primeira experiência de compartilhar cogumelos psilocíbicos aos seus parceiros Huni Kuin, fungos aos quais Evelyn (idem) chama de ‘medicina’, ela notou que alguns indígenas já o conheciam, e que teriam tomado esta ‘medicina’ certa vez na Holanda, onde realizavam cerimônias ayahuasqueiras internacionais para público não-indígena. Portanto, estes itens rituais, desde o início, não teriam sido tratados com estranhamento, e sim com curiosidade e respeito. Nas cerimônias praticadas entre ela e os representantes indígenas, o custeio e o transporte dos fungos ficavam por conta dela, quem se deslocava no intuito de proporcionar estes estudos psilocíbicos a eles” está incorreto. O correto é: “Em tais cerimônias com cogumelos psilocíbicos, aos quais Evelyn (idem) chama de ‘medicina’, ela notou que alguns indígenas já conheciam estes fungos, e que teriam tomado esta ‘medicina’ certa vez na Holanda, onde realizavam cerimônias ayahuasqueiras internacionais para público não-indígena. Portanto, estes itens rituais, desde o início, não eram tratados com estranhamento, e sim com curiosidade e respeito”.
Na página 16, ainda no segundo parágrafo, o trecho “Os ritos celebrados entre Evelyn (ibidem) e os Huni Kuin participantes […]” está incorreto. O correto é: “De acordo com Evelyn (ibidem), os ritos com cogumelos organizados pelos Huni Kuin […]”.
Na página 16, no terceiro parágrafo, o trecho “Ela conta que a inserção dos cogumelos teve uma finalidade […]” está incorreto. O correto é: “Ela conta que, conforme explicação deles, a inserção dos cogumelos teve uma finalidade […]”.
Na página 16, no quarto parágrafo, o trecho “Em todas as cerimônias, que vêm sendo praticadas há mais ou menos oito meses, ela nota uma diferença com relação ao uso da ayahuasca (a qual eles chamam de ‘Nixi pãe’). Segundo ela, essa diferença reside na forma ‘como a força se manifesta’ (comunicação pessoal) […]’”. está incorreto. O correto é: “Em todas as cerimônias, que vêm sendo praticadas e relatadas por Evelyn, há mais ou menos oito meses, ela nota uma diferença com relação ao uso da ayahuasca (a qual eles chamam de ‘Nixi pãe’). Segundo o que lhe relatam (comunicação pessoal), essa diferença reside na forma ‘como a força se manifesta’ […]”.
Na página 16, no quinto parágrafo, o trecho “Sua intimidade e conexão com representantes Huni Kuin da Aldeia Chico Curumim tem permitido esta grande troca de experiências cerimoniais, algo que, de acordo com Evelyn (idem ibidem), tem sido muito positiva para os participantes indígenas. E ela afirma que: […]” está incorreto. O correto é: “Sua conexão afetuosa com os representantes Huni Kuin da Aldeia Chico Curumim tem permitido esta grande troca de experiências cerimoniais, algo que, de acordo com Evelyn (idem ibidem), tem sido muito positivo para os participantes indígenas. E ela tem notado que: […]”.
Na página 16, no sétimo parágrafo, o trecho “Geralmente, a cerimônia ocorre ‘em círculo com fogueira no meio, dentro da floresta’. A ‘medicina’ é ingerida com limão – técnica que vem amplamente sendo difundida e amplamente vulgarizada nos espaços da psicodelia virtual, que utilizam dos cogumelos psilocíbicos” está incorreto. O correto é: “Geralmente, a ‘medicina’ é ingerida com limão – técnica que vem amplamente sendo difundida e amplamente vulgarizada nos espaços da psicodelia virtual, que utilizam dos cogumelos psilocíbicos”.
Na página 16, no oitavo parágrafo, o trecho “Evelyn (idem ibidem) mostrou-se muito entusiasta da ritualização dos cogumelos junto ao povo Huni Kuin […]”. está incorreto. O correto é: “Evelyn (idem ibidem) mostrou-se muito interessada em relatar e buscar compreender a ritualização dos cogumelos realizada por representantes do povo Huni Kuin […]”.
Na página 27, nota de número 22, o trecho “A ponte e toda a mediação com a Psicóloga Evelyn Fernandes foi propiciada […]” está incorreto. O correto é: “A ponte e toda a mediação com a psicanalista clínica Evelyn Fernandes foi propiciada […]”.