Pub Date : 2018-10-11DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1954
Natália Oliveira de Jesus, Elaine Colombo Sousa Maruta, Marisa Frasson de Azevedo
RESUMO Objetivo Verificar a ocorrência de alterações auditivas em recém-nascidos e lactentes com mielomeningocele e/ou Síndrome de Arnold Chiari tipo II. Métodos Foram incluídos na amostra 160 neonatos atendidos em unidade de terapia intensiva neonatal, distribuídos em três grupos: Grupo Estudo 1, formado por 42 neonatos com Síndrome de Arnold Chiari tipo II; Grupo Estudo 2, constituído por 38 neonatos com mielomeningocele e Grupo Controle, com 80 recém-nascidos sem síndromes, malformações e/ou riscos para alteração auditiva. Todos os pacientes realizaram a triagem auditiva neonatal com emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e foram submetidos à pesquisa do potencial evocado auditivo de tronco encefálico com estímulo clique. Quando houve falha nas emissões, a pesquisa dos limiares eletrofisiológicos foi realizada mediante potencial evocado auditivo de tronco encefálico com tone burst . A análise estatística foi feita por meio de testes paramétricos e os dados encontrados foram descritos nos resultados, considerando o nível de significância p<0,05. Resultados Houve maior ocorrência de perda coclear, alteração central e neuropatia auditiva nos grupos estudados. No que se refere aos valores médios das latências absolutas e dos intervalos interpicos, nos três grupos, por orelha, houve aumento das latências absolutas das ondas III e V e dos intervalos interpicos III-V e I-V , no grupo de lactentes com Síndrome de Arnold Chiari tipo II. Conclusão Recém-nascidos e lactentes com Síndrome de Arnold Chiari tipo II e mielomeningocele apresentaram maior ocorrência de perda coclear, espectro da neuropatia auditiva e alterações centrais.
{"title":"Alterações auditivas em recém-nascidos e lactentes com mielomeningocele","authors":"Natália Oliveira de Jesus, Elaine Colombo Sousa Maruta, Marisa Frasson de Azevedo","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1954","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1954","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Verificar a ocorrência de alterações auditivas em recém-nascidos e lactentes com mielomeningocele e/ou Síndrome de Arnold Chiari tipo II. Métodos Foram incluídos na amostra 160 neonatos atendidos em unidade de terapia intensiva neonatal, distribuídos em três grupos: Grupo Estudo 1, formado por 42 neonatos com Síndrome de Arnold Chiari tipo II; Grupo Estudo 2, constituído por 38 neonatos com mielomeningocele e Grupo Controle, com 80 recém-nascidos sem síndromes, malformações e/ou riscos para alteração auditiva. Todos os pacientes realizaram a triagem auditiva neonatal com emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente e foram submetidos à pesquisa do potencial evocado auditivo de tronco encefálico com estímulo clique. Quando houve falha nas emissões, a pesquisa dos limiares eletrofisiológicos foi realizada mediante potencial evocado auditivo de tronco encefálico com tone burst . A análise estatística foi feita por meio de testes paramétricos e os dados encontrados foram descritos nos resultados, considerando o nível de significância p<0,05. Resultados Houve maior ocorrência de perda coclear, alteração central e neuropatia auditiva nos grupos estudados. No que se refere aos valores médios das latências absolutas e dos intervalos interpicos, nos três grupos, por orelha, houve aumento das latências absolutas das ondas III e V e dos intervalos interpicos III-V e I-V , no grupo de lactentes com Síndrome de Arnold Chiari tipo II. Conclusão Recém-nascidos e lactentes com Síndrome de Arnold Chiari tipo II e mielomeningocele apresentaram maior ocorrência de perda coclear, espectro da neuropatia auditiva e alterações centrais.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":" 1235","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"113946502","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-10-11DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1900
Mirlaine da Conceição Dias, L. C. Vicente, Amélia Augusta Lima Friche, E. G. Ribeiro, A. Motta
RESUMO Objetivo Avaliar o tempo de trânsito oral de alimento na consistência pudim, nos diferentes estágios da demência de Alzheimer. Métodos Estudo de caráter descritivo e observacional do tipo transversal, com uma amostra de 34 idosos com idade entre 65 e 98 anos, com demência de Alzheimer em diferentes estágios. Os participantes foram observados por avaliação de videofluoroscopia da deglutição, enquanto ingeriam alimento na consistência pudim, usando o programa de cronometragem Kinovea. Os dados foram analisados estatisticamente, em nível de significância de 5%. Resultados Os participantes com o Clinical Dementia Rating CDR 3 apresentaram maior tempo de trânsito oral, quando comparados àqueles com CDR 1, média de 3,09s (desvio padrão = 0,91) e 1,17s (desvio padrão = 1,10), respectivamente. Participantes na faixa etária de 90a 100 anos apresentaram maior tempo de trânsito oral do que os mais jovens, entre 60 e 79 anos, média de 3,90s e 1,28s. Conclusão Indivíduos com demência e idade avançadas apresentam tempo de trânsito oral aumentado para alimento na consistência pudim, devendo ser alvo de atenção de familiares e cuidadores.
{"title":"Tempo de trânsito oral na demência de Alzheimer","authors":"Mirlaine da Conceição Dias, L. C. Vicente, Amélia Augusta Lima Friche, E. G. Ribeiro, A. Motta","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1900","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1900","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Avaliar o tempo de trânsito oral de alimento na consistência pudim, nos diferentes estágios da demência de Alzheimer. Métodos Estudo de caráter descritivo e observacional do tipo transversal, com uma amostra de 34 idosos com idade entre 65 e 98 anos, com demência de Alzheimer em diferentes estágios. Os participantes foram observados por avaliação de videofluoroscopia da deglutição, enquanto ingeriam alimento na consistência pudim, usando o programa de cronometragem Kinovea. Os dados foram analisados estatisticamente, em nível de significância de 5%. Resultados Os participantes com o Clinical Dementia Rating CDR 3 apresentaram maior tempo de trânsito oral, quando comparados àqueles com CDR 1, média de 3,09s (desvio padrão = 0,91) e 1,17s (desvio padrão = 1,10), respectivamente. Participantes na faixa etária de 90a 100 anos apresentaram maior tempo de trânsito oral do que os mais jovens, entre 60 e 79 anos, média de 3,90s e 1,28s. Conclusão Indivíduos com demência e idade avançadas apresentam tempo de trânsito oral aumentado para alimento na consistência pudim, devendo ser alvo de atenção de familiares e cuidadores.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"11 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123925827","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-10-11DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1921
Andréa Monteiro Correia Medeiros, Hayane Santos Nascimento, Miguel Moraes dos Santos, Íkaro Daniel Carvalho Barreto, Elisdete Maria Santos de Jesus
RESUMO Objetivo Analisar conteúdo e aparência do Protocolo de Acompanhamento Fonoaudiológico – Aleitamento Materno e elaborar um guia instrucional para o instrumento. Métodos Estudo do tipo exploratório, de natureza quantitativa. Participaram cinco avaliadores especialistas, com ampla experiência em atuação fonoaudiológica relacionada à Neonatologia, que analisaram conteúdo e aparência do protocolo, que abordam aspectos maternos, neonatais e da díade mãe/recém-nascido, além de orientações gerais e específicas da Fonoaudiologia, relacionadas à amamentação, A análise estatística foi realizada por meio do Índice de Validade de Conteúdo, com nível de concordância de 70%. Na segunda rodada, o instrumento foi analisado pelos mesmos especialistas, por meio da escala de Likert, com cinco posições (concordo plenamente, concordo, indiferente, discordo e discordo totalmente). Resultados Foram 15 itens acrescentados, sete modificados, cinco excluídos e um tópico adicionado. Obteve-se alto nível de concordância, sendo as respostas distribuídas em “concordo” e “concordo plenamente” (92% - conteúdo e 100% - aparência). A descrição do guia instrucional foi realizada a partir da versão analisada do protocolo. Conclusão A análise do conteúdo e aparência do protocolo, bem como a elaboração do seu guia instrucional, pretendem possibilitar sua utilização de modo consistente e sistemático no campo fonoaudiológico relacionado ao aleitamento materno, abordando tanto o registro da avaliação, como do acompanhamento da díade mãe/recém-nascido, na situação de amamentação. Ressalta-se a importância de serem realizadas as próximas etapas da validação do protocolo.
{"title":"Análise do conteúdo e aparência do protocolo de acompanhamento fonoaudiológico - aleitamento materno","authors":"Andréa Monteiro Correia Medeiros, Hayane Santos Nascimento, Miguel Moraes dos Santos, Íkaro Daniel Carvalho Barreto, Elisdete Maria Santos de Jesus","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1921","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1921","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Analisar conteúdo e aparência do Protocolo de Acompanhamento Fonoaudiológico – Aleitamento Materno e elaborar um guia instrucional para o instrumento. Métodos Estudo do tipo exploratório, de natureza quantitativa. Participaram cinco avaliadores especialistas, com ampla experiência em atuação fonoaudiológica relacionada à Neonatologia, que analisaram conteúdo e aparência do protocolo, que abordam aspectos maternos, neonatais e da díade mãe/recém-nascido, além de orientações gerais e específicas da Fonoaudiologia, relacionadas à amamentação, A análise estatística foi realizada por meio do Índice de Validade de Conteúdo, com nível de concordância de 70%. Na segunda rodada, o instrumento foi analisado pelos mesmos especialistas, por meio da escala de Likert, com cinco posições (concordo plenamente, concordo, indiferente, discordo e discordo totalmente). Resultados Foram 15 itens acrescentados, sete modificados, cinco excluídos e um tópico adicionado. Obteve-se alto nível de concordância, sendo as respostas distribuídas em “concordo” e “concordo plenamente” (92% - conteúdo e 100% - aparência). A descrição do guia instrucional foi realizada a partir da versão analisada do protocolo. Conclusão A análise do conteúdo e aparência do protocolo, bem como a elaboração do seu guia instrucional, pretendem possibilitar sua utilização de modo consistente e sistemático no campo fonoaudiológico relacionado ao aleitamento materno, abordando tanto o registro da avaliação, como do acompanhamento da díade mãe/recém-nascido, na situação de amamentação. Ressalta-se a importância de serem realizadas as próximas etapas da validação do protocolo.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"287 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114351347","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-10-11DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1895
Claudia Moretti, Ângela Ribas, A. C. Guarinello, M. Rosa
RESUMO Objetivo Caracterizar o desempenho auditivo e de linguagem oral em crianças implantadas com menos de dois anos de idade auditiva, por meio da Escala de Desenvolvimento de Audição e Linguagem (EDAL-1) e comparar os resultados aos de crianças ouvintes até 2 anos de idade. Métodos Estudo experimental de caráter descritivo. Participaram 141 crianças, divididas em dois grupos: grupo controle, com 92 normo-ouvintes, e grupo experimental, com 49 crianças surdas acompanhadas audiologicamente, durante os dois primeiros anos após a implantação. As normo-ouvintes passaram por avaliação auditiva e os pais responderam ao questionário EDAL-1. As crianças implantadas passaram por avaliação otorrinolaringológica e fonoaudiológica a cada três meses e os pais responderam ao EDAL-1. Resultados Nos dois grupos foram observadas respostas ascendentes, com melhora de acordo com o aumento da idade cronológica. Os resultados obtidos no grupo experimental foram estatisticamente piores que no grupo controle, porém, com tendência de crescimento. O EDAL-1 mostrou-se de fácil aplicação e permitiu o monitoramento do desempenho das crianças implantadas. Conclusão O desempenho auditivo e de linguagem oral em crianças surdas, usuárias de implante coclear, foi caracterizado pelo EDAL-1 e mostrou-se em crescimento, conforme o aumento do tempo de estimulação auditiva, fato também observado nas crianças ouvintes. Apesar disso, os resultados das crianças ouvintes foram melhores que os das crianças surdas implantadas.
{"title":"Escala de desenvolvimento auditivo e de linguagem na criança implantada","authors":"Claudia Moretti, Ângela Ribas, A. C. Guarinello, M. Rosa","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1895","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1895","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Caracterizar o desempenho auditivo e de linguagem oral em crianças implantadas com menos de dois anos de idade auditiva, por meio da Escala de Desenvolvimento de Audição e Linguagem (EDAL-1) e comparar os resultados aos de crianças ouvintes até 2 anos de idade. Métodos Estudo experimental de caráter descritivo. Participaram 141 crianças, divididas em dois grupos: grupo controle, com 92 normo-ouvintes, e grupo experimental, com 49 crianças surdas acompanhadas audiologicamente, durante os dois primeiros anos após a implantação. As normo-ouvintes passaram por avaliação auditiva e os pais responderam ao questionário EDAL-1. As crianças implantadas passaram por avaliação otorrinolaringológica e fonoaudiológica a cada três meses e os pais responderam ao EDAL-1. Resultados Nos dois grupos foram observadas respostas ascendentes, com melhora de acordo com o aumento da idade cronológica. Os resultados obtidos no grupo experimental foram estatisticamente piores que no grupo controle, porém, com tendência de crescimento. O EDAL-1 mostrou-se de fácil aplicação e permitiu o monitoramento do desempenho das crianças implantadas. Conclusão O desempenho auditivo e de linguagem oral em crianças surdas, usuárias de implante coclear, foi caracterizado pelo EDAL-1 e mostrou-se em crescimento, conforme o aumento do tempo de estimulação auditiva, fato também observado nas crianças ouvintes. Apesar disso, os resultados das crianças ouvintes foram melhores que os das crianças surdas implantadas.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"34 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-11","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132774214","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-10-01DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1939
Mariani da Costa Ribas do Prado, Dagma Venturini Marques Abramides
RESUMO Objetivo Identificar a concepção dos participantes sobre o uso dos cenários e personagens da ferramenta My World para o treinamento de habilidades sociais educativas cotidianas com mães de crianças e adolescentes com deficiência auditiva. Métodos Estudo exploratório sobre a análise dos relatos dos participantes quanto ao uso dos cenários e personagens da ferramenta para desenvolvimento de práticas parentais positivas. O estudo foi desenvolvido em uma clínica-escola de Fonoaudiologia de uma faculdade do interior do estado de São Paulo, Brasil, com três mães de crianças com deficiência auditiva, que realizavam terapia fonoaudiológica naquele local. Para coleta dos dados, foi aplicado um questionário sobre os elementos da ferramenta. Resultados Observou-se que os elementos da ferramenta parecem ter contribuído para que as mães identificassem mais concretamente dificuldades e facilidades na interação com seus filhos com deficiência auditiva. Conclusão Acredita-se que este estudo possa auxiliar na implantação de ferramentas que favoreçam a participação dos familiares no processo de reabilitação auditiva, contribuindo, assim, para maior probabilidade de sucesso terapêutico.
{"title":"O uso de cenários cotidianos baseados na ferramenta educacional My World com mães de crianças e adolescentes com deficiência auditiva","authors":"Mariani da Costa Ribas do Prado, Dagma Venturini Marques Abramides","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1939","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1939","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Identificar a concepção dos participantes sobre o uso dos cenários e personagens da ferramenta My World para o treinamento de habilidades sociais educativas cotidianas com mães de crianças e adolescentes com deficiência auditiva. Métodos Estudo exploratório sobre a análise dos relatos dos participantes quanto ao uso dos cenários e personagens da ferramenta para desenvolvimento de práticas parentais positivas. O estudo foi desenvolvido em uma clínica-escola de Fonoaudiologia de uma faculdade do interior do estado de São Paulo, Brasil, com três mães de crianças com deficiência auditiva, que realizavam terapia fonoaudiológica naquele local. Para coleta dos dados, foi aplicado um questionário sobre os elementos da ferramenta. Resultados Observou-se que os elementos da ferramenta parecem ter contribuído para que as mães identificassem mais concretamente dificuldades e facilidades na interação com seus filhos com deficiência auditiva. Conclusão Acredita-se que este estudo possa auxiliar na implantação de ferramentas que favoreçam a participação dos familiares no processo de reabilitação auditiva, contribuindo, assim, para maior probabilidade de sucesso terapêutico.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"32 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-10-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"134573992","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-09-13DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1857
A. Rodrigues, Adriane Mesquita de Medeiros, Letícia Caldas Teixeira
RESUMO Objetivo Comparar as impressões auditivas de estudantes, professores e leigos para a voz, na docência do ensino fundamental. Métodos Estudo transversal formado por três grupos: 104 alunos; 40 professores e 40 não professores. O objeto de estudo foi um banco de 14 vozes, composto pela voz de uma atriz. Os participantes assinalaram as vozes preferidas para uma professora do ensino fundamental, indicando se eram agradáveis, motivadoras e capazes de despertar atenção. Resultados As vozes preferidas foram de qualidade vocal neutra (95,1%), pitch grave (75%) e velocidade lenta (67,9%), consideradas agradáveis, motivadoras e capazes de despertar atenção. As vozes menos escolhidas foram soprosa moderada (98,4%) e intensa (97,3%), rugosa leve (94,6%), moderada (94,0%) e intensa (94,6%), com articulação de fala imprecisa (94,0%), todas com psicodinâmica vocal negativa. A voz grave foi, proporcionalmente, a mais escolhida pelos professores (95%). As vozes de velocidade lenta, intensidade forte e soprosa leve foram mais assinaladas pelos leigos (90%, 52,5% e 37,5%) e os alunos indicaram menos as vozes rugosas leves e moderadas (1,9%). Conclusão Vozes de qualidade vocal neutra, de pitch grave e com velocidade de fala lenta são as preferidas para uma professora do ensino fundamental, consideradas agradáveis, motivadoras e capazes de despertar a atenção. Vozes com articulação de fala imprecisa, rugosas e soprosas moderadas e intensas não são bem aceitas e a psicodinâmica é negativa. Professores valorizam mais o pitch grave; leigos, a velocidade de fala lenta, soprosidade leve e intensidade forte e os alunos são os que mais avaliam negativamente as vozes rugosas.
{"title":"Impressões auditivas da voz do professor na percepção de alunos, professores e leigos","authors":"A. Rodrigues, Adriane Mesquita de Medeiros, Letícia Caldas Teixeira","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1857","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1857","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Comparar as impressões auditivas de estudantes, professores e leigos para a voz, na docência do ensino fundamental. Métodos Estudo transversal formado por três grupos: 104 alunos; 40 professores e 40 não professores. O objeto de estudo foi um banco de 14 vozes, composto pela voz de uma atriz. Os participantes assinalaram as vozes preferidas para uma professora do ensino fundamental, indicando se eram agradáveis, motivadoras e capazes de despertar atenção. Resultados As vozes preferidas foram de qualidade vocal neutra (95,1%), pitch grave (75%) e velocidade lenta (67,9%), consideradas agradáveis, motivadoras e capazes de despertar atenção. As vozes menos escolhidas foram soprosa moderada (98,4%) e intensa (97,3%), rugosa leve (94,6%), moderada (94,0%) e intensa (94,6%), com articulação de fala imprecisa (94,0%), todas com psicodinâmica vocal negativa. A voz grave foi, proporcionalmente, a mais escolhida pelos professores (95%). As vozes de velocidade lenta, intensidade forte e soprosa leve foram mais assinaladas pelos leigos (90%, 52,5% e 37,5%) e os alunos indicaram menos as vozes rugosas leves e moderadas (1,9%). Conclusão Vozes de qualidade vocal neutra, de pitch grave e com velocidade de fala lenta são as preferidas para uma professora do ensino fundamental, consideradas agradáveis, motivadoras e capazes de despertar a atenção. Vozes com articulação de fala imprecisa, rugosas e soprosas moderadas e intensas não são bem aceitas e a psicodinâmica é negativa. Professores valorizam mais o pitch grave; leigos, a velocidade de fala lenta, soprosidade leve e intensidade forte e os alunos são os que mais avaliam negativamente as vozes rugosas.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"26 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"116705163","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-09-13DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1919
A. Silva, D. Bento, Layla Miranda Figueiredo Silva
RESUMO Objetivo Verificar a ocorrência dos Indicadores de Risco para a Deficiência Auditiva em neonatos e lactentes de um programa de triagem auditiva neonatal do estado do Rio Grande do Sul. Métodos Estudo retrospectivo, observacional e descritivo. Realizado por fonoaudiólogas, em um centro de saúde auditiva de média complexidade. Casuística composta por 2.333 neonatos com indicadores de risco para a deficiência auditiva, que realizaram a triagem auditiva neonatal no período de janeiro de 2012 a dezembro de 2016. A análise de dados constituiu-se na descrição do perfil da amostra, segundo as variáveis categóricas e estatísticas descritivas das variáveis numéricas. Resultados Nos quatro primeiros anos analisados, o indicador de risco com maior ocorrência foi a permanência na unidade de terapia intensiva neonatal por mais de cinco dias e, no último ano, o nascimento pré-termo. Verificou-se o aumento de hereditariedade, toxoplasmose congênita, sífilis congênita, HIV congênito e nascimento pré-termo. Verificou-se, também, a diminuição dos seguintes indicadores de risco para a deficiência auditiva: permanência na unidade de terapia intensiva por mais de cinco dias, ventilação mecânica, drogas ototóxicas, hiperbilirrubinemia com necessidade de exsanguíneotransfusão, índice de Apgar de “0” a “6” no quinto minuto, peso inferior a 1500g, pequeno para a idade gestacional e síndromes genéticas. Conclusão O indicador mais prevalente na amostra foi a permanência na unidade de terapia intensiva neonatal por mais de cinco dias, que reduziu ao longo dos anos. No último ano analisado, o fator de risco mais recorrente foi o nascimento pré-termo, que aumentou no período avaliado.
{"title":"Ocorrência dos indicadores de risco para a deficiência auditiva em um centro de saúde do Rio Grande do Sul","authors":"A. Silva, D. Bento, Layla Miranda Figueiredo Silva","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1919","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1919","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Verificar a ocorrência dos Indicadores de Risco para a Deficiência Auditiva em neonatos e lactentes de um programa de triagem auditiva neonatal do estado do Rio Grande do Sul. Métodos Estudo retrospectivo, observacional e descritivo. Realizado por fonoaudiólogas, em um centro de saúde auditiva de média complexidade. Casuística composta por 2.333 neonatos com indicadores de risco para a deficiência auditiva, que realizaram a triagem auditiva neonatal no período de janeiro de 2012 a dezembro de 2016. A análise de dados constituiu-se na descrição do perfil da amostra, segundo as variáveis categóricas e estatísticas descritivas das variáveis numéricas. Resultados Nos quatro primeiros anos analisados, o indicador de risco com maior ocorrência foi a permanência na unidade de terapia intensiva neonatal por mais de cinco dias e, no último ano, o nascimento pré-termo. Verificou-se o aumento de hereditariedade, toxoplasmose congênita, sífilis congênita, HIV congênito e nascimento pré-termo. Verificou-se, também, a diminuição dos seguintes indicadores de risco para a deficiência auditiva: permanência na unidade de terapia intensiva por mais de cinco dias, ventilação mecânica, drogas ototóxicas, hiperbilirrubinemia com necessidade de exsanguíneotransfusão, índice de Apgar de “0” a “6” no quinto minuto, peso inferior a 1500g, pequeno para a idade gestacional e síndromes genéticas. Conclusão O indicador mais prevalente na amostra foi a permanência na unidade de terapia intensiva neonatal por mais de cinco dias, que reduziu ao longo dos anos. No último ano analisado, o fator de risco mais recorrente foi o nascimento pré-termo, que aumentou no período avaliado.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"24 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129699534","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-05-28DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1933
Paula Anderle, R. Rech, Viviane Medeiros Pasqualeto, Bárbara Niegia Garcia de Goulart
RESUMO Objetivo Descrever o conhecimento das equipes assistenciais sobre a disfagia e prescrição e administração de medicamentos orais em pacientes disfágicos adultos. Métodos Estudo transversal, realizado com médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem das unidades de internação e terapia intensiva em hospital universitário do Sul do Brasil. Participaram 102 profissionais, que responderam questionários adaptados e previamente testados para a pesquisa. As variáveis exploratórias foram: dados sociodemográficos; orientação acadêmica e profissional sobre disfagia; conhecimento sobre disfagia; fases da deglutição; sinais, sintomas e comorbidades associados à disfagia; manejo, prescrição e administração de medicações no paciente disfágico. Resultados Dos entrevistados, 93,5% dos médicos, 100% dos enfermeiros e 97,8% dos técnicos de enfermagem sabiam o que é disfagia. A maioria reconheceu o fonoaudiólogo como responsável pela reabilitação da deglutição, mas não identificou os sinais e sintomas da disfagia, sendo o engasgo na deglutição o mais reconhecido. Ao prescrever medicamentos, 58,1% dos médicos responderam que não cogitam vias alternativas (enteral ou endovenosa) para administração medicamentosa e 22,5%, que orientam a equipe de enfermagem sobre como administrar em pacientes disfágicos. A maioria dos enfermeiros e técnicos - 50,0% e 68,9% respectivamente -, informou que tritura o medicamento, misturando com água, e 65,4% e 46,7%, respectivamente, mencionaram que se sentem pouco preparados para administrar medicamentos em pacientes disfágicos. Conclusão O conhecimento das equipes assistenciais ainda é incipiente, quando relacionado ao cuidado do paciente adulto disfágico hospitalizado e ao uso de medicações por via oral. O compartilhamento de saberes, o investimento em educação permanente e a qualificação durante a formação destes profissionais é fundamental para melhorar o atendimento integral ao paciente.
{"title":"Conhecimento das equipes médicas e de enfermagem sobre o manejo de medicamentos orais no paciente adulto disfágico hospitalizado","authors":"Paula Anderle, R. Rech, Viviane Medeiros Pasqualeto, Bárbara Niegia Garcia de Goulart","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1933","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1933","url":null,"abstract":"RESUMO Objetivo Descrever o conhecimento das equipes assistenciais sobre a disfagia e prescrição e administração de medicamentos orais em pacientes disfágicos adultos. Métodos Estudo transversal, realizado com médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem das unidades de internação e terapia intensiva em hospital universitário do Sul do Brasil. Participaram 102 profissionais, que responderam questionários adaptados e previamente testados para a pesquisa. As variáveis exploratórias foram: dados sociodemográficos; orientação acadêmica e profissional sobre disfagia; conhecimento sobre disfagia; fases da deglutição; sinais, sintomas e comorbidades associados à disfagia; manejo, prescrição e administração de medicações no paciente disfágico. Resultados Dos entrevistados, 93,5% dos médicos, 100% dos enfermeiros e 97,8% dos técnicos de enfermagem sabiam o que é disfagia. A maioria reconheceu o fonoaudiólogo como responsável pela reabilitação da deglutição, mas não identificou os sinais e sintomas da disfagia, sendo o engasgo na deglutição o mais reconhecido. Ao prescrever medicamentos, 58,1% dos médicos responderam que não cogitam vias alternativas (enteral ou endovenosa) para administração medicamentosa e 22,5%, que orientam a equipe de enfermagem sobre como administrar em pacientes disfágicos. A maioria dos enfermeiros e técnicos - 50,0% e 68,9% respectivamente -, informou que tritura o medicamento, misturando com água, e 65,4% e 46,7%, respectivamente, mencionaram que se sentem pouco preparados para administrar medicamentos em pacientes disfágicos. Conclusão O conhecimento das equipes assistenciais ainda é incipiente, quando relacionado ao cuidado do paciente adulto disfágico hospitalizado e ao uso de medicações por via oral. O compartilhamento de saberes, o investimento em educação permanente e a qualificação durante a formação destes profissionais é fundamental para melhorar o atendimento integral ao paciente.","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"27 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-05-28","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132438729","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-04-23DOI: 10.1590/2317-6431-2017-1871
Fernanda Chiarion Sassi, Amanda Camargo Marques da Silva, Rayane Kelly Santana Santos, Claudia Regina Furquim de Andrade
Introduction: Disorders of TMJ are complex and multifactorial. Studies comparing different treatment methods are found in the literature. Purpose: To verify the effectiveness of muscle and orofacial myofunctional rehabilitation for temporomandibular joint disorders (TMJ). Research strategy: This qualitative review of the literature analyzed international scientific publications in PubMed database that used the following keywords: temporomandibular disorders and oral motor therapy; orofacial myofunctional therapy and temporomandibular disorders; temporomandibular disorders and myofunctional rehabilitation. Our investigation was limited to articles published in English or Portuguese languages, between January 2006 and December 2016. Selection criteria: Scientific publications about rehabilitation strategies for TMJ associated to muscle exercises and/ or manual therapy were included. The publications that did not present access to the full text, that were repeated by overlapping keywords, case studies, letters to the editor and those that were not directly related to the topic of investigation were excluded. Results: One hundred and two studies were identified out of which 22 matched our inclusion criteria. Overall, most of the treatments described in the investigated studies presented positive outcomes for the patients with TMJ. The studies presented a wide variability in terms of treatment proposals and methodology used to verify treatment effectiveness. A very small number of studies included control groups. Combined techniques (e
{"title":"Tratamento para disfunções temporomandibulares: uma revisão sistemática","authors":"Fernanda Chiarion Sassi, Amanda Camargo Marques da Silva, Rayane Kelly Santana Santos, Claudia Regina Furquim de Andrade","doi":"10.1590/2317-6431-2017-1871","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2017-1871","url":null,"abstract":"Introduction: Disorders of TMJ are complex and multifactorial. Studies comparing different treatment methods are found in the literature. Purpose: To verify the effectiveness of muscle and orofacial myofunctional rehabilitation for temporomandibular joint disorders (TMJ). Research strategy: This qualitative review of the literature analyzed international scientific publications in PubMed database that used the following keywords: temporomandibular disorders and oral motor therapy; orofacial myofunctional therapy and temporomandibular disorders; temporomandibular disorders and myofunctional rehabilitation. Our investigation was limited to articles published in English or Portuguese languages, between January 2006 and December 2016. Selection criteria: Scientific publications about rehabilitation strategies for TMJ associated to muscle exercises and/ or manual therapy were included. The publications that did not present access to the full text, that were repeated by overlapping keywords, case studies, letters to the editor and those that were not directly related to the topic of investigation were excluded. Results: One hundred and two studies were identified out of which 22 matched our inclusion criteria. Overall, most of the treatments described in the investigated studies presented positive outcomes for the patients with TMJ. The studies presented a wide variability in terms of treatment proposals and methodology used to verify treatment effectiveness. A very small number of studies included control groups. Combined techniques (e","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"5 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-04-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114327715","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pub Date : 2018-04-23DOI: 10.1590/2317-6431-2016-1785
Luciene da Cruz Fernandes, Dandara Aiodelê Silva Bomfim, G. Machado, Caio Leônidas Oliveira de Andrade
{"title":"Influência da retroalimentação auditiva nos parâmetros acústicos vocais de indivíduos sem queixas vocais","authors":"Luciene da Cruz Fernandes, Dandara Aiodelê Silva Bomfim, G. Machado, Caio Leônidas Oliveira de Andrade","doi":"10.1590/2317-6431-2016-1785","DOIUrl":"https://doi.org/10.1590/2317-6431-2016-1785","url":null,"abstract":"","PeriodicalId":439092,"journal":{"name":"Audiology - Communication Research","volume":"23 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2018-04-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129357609","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}